
Apesar de não vencerem os três brasileiros estiveram entre os nomes dos pilotos mais citados durante o último fim de semana da Fórmula 1. Rubinho pelo fraco desempenho e por pilotar o carro do qual saiu a mola que atingiu Felipe Massa. Massa, pelo susto do acidente e Nelsinho, por disparar contra seu próprio chefe publicamente.
Segundo Nelsinho, Briatore “é um empresário e não entende p.. nenhuma.” Curioso um homem que se mantém neste meio há tantos anos não entender nada dos assuntos referentes ao este meio. Também é curioso que outros pilotos são e/ou já foram comandados por Briatore, como é o caso de Kovalainen, Fisichella e Alonso, e não possuírem queixas do tipo.
Nelsinho já argumentou que seu carro foi inferior ao de Alonso durante a primeiras corridas do campeonato, que é prejudicado por hoje os testes não serem liberados, “tirou leite de pedra” para tentar justificar seu fraco desempenho, e mesmo após receber (segundo a equipe) o mesmo material oferecido ao seu companheiro Alonso continua sendo um dos únicos quatro pilotos que não ainda não pontuou nesta temporada. A questão é que a pressão tem sido grande sobre o brasileiro que busca respostas para seu fraco rendimento na categoria neste ano de 2009. Porém, ao contrário das categorias nas quais participou antes de chegar à Fórmula 1, desta vez não é seu pai quem comanda a categoria ou a equipe e o piloto não está acostumado com este tipo de ambiente.
Talvez o brasileiro até tenha razão ao afirmar que ainda lhe falta experiência de horas de pilotagem. Se fosse mais “rodado” o filho do tricampeão Nelson Piquet estaria mais bem preparado, não há dúvidas! Estaria mais apto a conduzir, mais apto a se portar, e também mais apto a conviver e a se relacionar com as pessoas que “não sabem p. nenhuma”, mas que são “mais rodadas” e possuem experiências maiores e consideráveis por viverem há mais tempo no “estranho ambiente” da Fórmula 1, principalmente quando este indivíduo for seu chefe. Para isso, talvez também fosse interessante que fosse necessário o piloto cortar o seu cordão umbilical e se tornar um profissional e mais profissional, do ponto de vista ético. Afinal, não são os seus resultados que estão sendo criticados, mas sua postura e suas atitudes para lidar com estes resultados, ou com a falta deles.


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